
De há muito, tínhamos a vontade de opinar sobre a atuação dos narradores esportivos nos dias de hoje. Pois bem, a hora é agora. Estranhamos o comportamento de quem recebe salários para, apenas, fazer a narração de um jogo de futebol e passa a ser ridículo ao se transformar em mero torcedor de um time de sua preferência , caso do chato global Galvão Bueno, maior ícone dessa deficiência. E o que é mais estranho ainda : a não cobrança dos patrões...